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Para uma grande plateia, um doce espetáculo

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A doce história de superação dos panificados Pommersch

Publicado 11/06/2018 22:10

Com slogan “Nosso mundo mais doce”, há mais de 10 dias a Fenadoce supera as expectativas de venda dos expositores. Apesar de os números serem um dos destaques do evento, é nos detalhes mais subjetivos que está o encanto de sua 26ª edição, como é o caso da história da agroindústria de panificados Pommersch, que participada da Feira da Agricultura Familiar.

A trajetória da família com a panificação artesanal começou no ano de 2000, na zona rural de São Lourenço do Sul, ainda de maneira informal, quando Iolanda Ritter, produtora rural e proprietária da Pommersch, buscou uma atividade para superar a depressão pós-parto que sofria com o nascimento da sua primeira filha. “Eram dias vazios, eu ficava em casa e não via solução. Então, alguns amigos me deram a alternativa de fazer biscoitos, porque eu sempre fui boa nisso. E assim, eu consegui melhorar minha saúde, porque cozinhar e ver um público interessado no que eu fazia me dava esperança na vida. Eu chamo de ‘biscoitoterapia’, foi isso que esses primeiros passos foram para mim”, conta Iolanda, emocionada.

Os biscoitos tradicionais de natal, os pães de mel, as cucas e os amanteigados que foram terapêuticos para Iolanda passaram a ser sucesso de vendas e em 2007 a família conquistou a agroindustrialização da Pommersch. Desde então, o foco de Iolanda é sempre criar novos produtos, de maneira que busca lançar uma novidade por cada ano, ou feira em que participa, como foi o caso do alfajor, do bem-casado e do biscoito Beijo Pomerado, para o qual criou uma massa com açúcar mascavo e especiarias.

Para a 26ª Fenadoce, o lançamento foi pensado de forma ainda mais especial. Junto com as filhas Ana Paula, 23, e Júlia, 20, que são o braço direito da empresa, a produtora idealizou uma versão artesanal para a Focaccia italiana. “Minhas filhas perceberam que faltava um salgado de qualidade nos lugares em que iam, pensaram nos pães que já faço e aí surgiu a possibilidade de produzir Focaccia. Eu vendo embalada, mas também esquento aqui no estande, se o consumidor quiser comer na hora”, explica.

O sucesso de vendas da Pommersch no evento ficou por conta dos pães caseiros de aipim, milho com batata doce e com linguiça. Para a professora pelotense Marilvana Tavares, que frequenta a Feira da Agricultura familiar todos os dias desde o início da Fenadoce, o pão com linguiça do estande já não pode faltar mais em seu café da tarde. “Eu já estou com saudade desse espaço. É muito importante poder comprar diretamente do produtor, ainda mais da agricultura familiar, é qualidade garantida. Sempre vou priorizá-los pela procedência, e principalmente pelo trabalho que dedicam a isso. Esses são meus verdadeiros heróis”, enfatiza a consumidora.

A Feira da Agricultura Familiar é viabilizada pelo Governo do Estado do RS através da Secretaria do Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo (SDR), com apoio da EMATER/RS, Embrapa Clima Temperado, Federação dos Trabalhadores na Agricultura no RS (FETAG) e Federação dos Trabalhadores na Agricultura Familiar do Rio Grande do Sul (FETRAF). Todos os empreendimentos fazem parte do Programa Estadual de Agroindústria Familiar (PEAF).

 

 

Fonte: Reverso Comunicação Integrada

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