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Corte 2018 - Conheça a candidata Pâmela de Avila da Costa

Publicado 13/09/2017 11:07

Conheça um pouco das 20 candidatas à corte da Fenadoce 2018. Cada uma delas respondeu a quatro perguntas idênticas, em que foram questionadas sobre a sua participação no concurso e também a sua relação com Pelotas e a feira.

1) O que motivou você a se candidatar para o Concurso da Corte?
Mesmo sendo natural de outra cidade do nosso estado, sempre ouvi falar sobre a famosa Feira de Doces de Pelotas, tão conhecidos e apreciados. Neste ano, na 25ª Fenadoce, trabalhei como Assessoria de Imprensa, sendo a primeira vez que tive contato direto com a Fenadoce. Durante este período, pude vivenciar cada momento, e mais especial e único para mim porque nunca tinha estado ali. Me senti orgulhosa por participar da organização e do dia a dia e feliz com os valores que a Fenadoce me transmitiu, além de perceber a multiculturalidade e a mistura de vários tipos de pessoas e gostos. Todos estes fatores me motivaram a participar do Concurso, pois surgiu um desejo muito forte de representar aquele mundo doce e mágico com o qual eu fiquei tão encantada. Mais pessoalmente, um desejo forte de poder provar a mim mesma que sou capaz e posso correr atrás dos meus sonhos sem medo, e também mostrar aos Pelotenses e aos Santanenses um pouco mais sobre quem eu sou.

2) Neste ano o concurso foca em escolher uma rainha que represente a bondade através dos seus atos. Como você busca isso na sua vida no dia a dia?Acredito que essa essência de ser uma pessoa bondosa, e que demonstre isso pela sua personalidade e atos diários, vem através dos valores, religiosidade e da educação repassados pela família. Tenho a honra de ter crescido em um ambiente sem violência, onde máximas como respeito, tratar bem o próximo e valorizar os seres humanos como são eram demonstrados mesmo que em pequenos detalhes. Tornei-me um reflexo de tudo isto, e hoje, mesmo que esteja envolvida em compromissos vários e com muita pressa, não deixo de sorrir para as pessoas, tanto na rua como para as que vejo todos os dias, falar uma palavra amiga ou se possível abraçar alguém. Esses detalhes, para mim, são muito importantes e fazem realmente a diferença; diria até que a vida não tem muito sentido se o sentido maior não for a doação e a empatia.

3) Qual a sua ligação com Pelotas e a Fenadoce?
Vim para Pelotas há dois anos, para cursar a Faculdade de Jornalismo. Hoje estou no 4º semestre, a metade do curso, e cada vez mais satisfeita com a escolha que fiz. Em novembro de 2015, ano que estava concluindo o ensino médio politécnico, viajei para Santa Maria para realizar um teste prático para o curso de Bacharel em Dança; não tendo passado e perdido o prazo de inscrição no SISU, resolvi me inscrever no PROUNI, e foi então que surgiu a ideia de vir estudar em Pelotas, uma cidade que até então eu só havia conhecido uma vez, através de um Concurso de Audiovisual do qual participei, tendo ficado em 2º lugar, e como prêmio ganhamos a viagem para vir conhecer Pelotas, mais especificamente a Biblioteca Pública, além de vislumbrar os prédios históricos. Até hoje, lembro com muito carinho destes momentos, sendo eles meu principal motivo para hoje considerar-me Pelotense de coração.

4) Qual a sua lembrança mais marcante da Fenadoce?
Na edição deste ano, um especial em especial me chamou mais a atenção, e posso dizer que passar por ali tornava o meu dia mais feliz. Era o Espaço Arte do Doce, um pedaço teatral e mágico logo na entrada da Feira. Os artistas que ali estavam tornaram-se mais do que colegas de Feira, mas amigos, e particularmente, seres humanos formidáveis. Porém, mais momentos merecem destaque. Era incrível no meio da tarde tomar um café e comer um pastel feito na hora, na estância (restaurante); assim como almoçar ali e, ao comer uma salada feita com frutas e creme de leite, lembrar da salada exatamente igual feita pela minha mãe. Foram momentos emocionantes... Assim como dançar na gravação do Galpão Crioulo, junto com os meus colegas do grupo de danças adulto do CTG Carreteiros do Sul, e que hoje vou representar na Inter-regional do Enart, categoria Declamação Feminina.

Fonte: Reverso Comunicação Integrada

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