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Diretor do Iphan apresentou detalhes processo de tombamento do patrimônio de Pelotas

Publicado 21/06/2019 21:32

Nesta sexta-feira (21), o Arquiteto Andrey Rosenthal Schlee, professor Titular da Universidade de Brasília e Diretor do Departamento de Patrimônio Material e Fiscalização do Iphan, realizou a palestra “Construção e instrução do processo de tombamento do conjunto histórico de Pelotas”, durante o Festival de Gastronomia da Fenadce 2019. O professor Schlee apresentou o processo do tombamento do conjunto histórico de Pelotas e do reconhecimento nacional da tradição doceira como patrimônio imaterial.

O professor transmitiu, em primeira mão, o filme apresentado ao Conselho Consultivo do Iphan, como defesa da tradição doceira de Pelotas. “Este filme nunca foi compartilhado com os interessados, e nada melhor do que apresentá-lo aqui na Fenadoce”, apontou Schlee, que disse ainda ser um prazer estar de volta a Pelotas e na Fenadoce.

Assista ao filme completo: https://vimeo.com/257075389?1&ref=fb-share

Ao longo de sua palestra, Schelee apresentou dados sobre Pelotas e sua tradição doceira, além da relação do município com o Iphan, que iniciou em 1953, com o primeiro pedido de tombamento, para a casa onde nasceu Ferreira Viana, e se consolidou em 1955, com o primeiro tombamento realizado no município, do Obelisco Republicano. Outro dado importante trazido por ele, foi relativo ao tombamento do Teatro 7 de Abril, que faz parte do conjunto de 11 teatros brasileiros que foram reconhecidos em um mesmo processo.

Atualmente, morando em Brasília, Schlee afirmou que participar da construção do processo de tombamento, e, principalmente, da gestão do conjunto histórico de Pelotas como patrimônio nacional, tem sido uma realização. Ele lembrou, com carinho, da ultima edição da Fenadoce que participou, quando o evento ainda não era realizado no Centro de Eventos, e destacou que ficou surpreso com a dimensão que a feira tomou.

Para Schlee, o reconhecimento recebido pelo Iphan é resultado do esforço, ao longo do tempo, de muita gente de Pelotas, e do carinho e envolvimento de pessoas de fora dela. “Todos sabem o que significa a cidade dos doces, e a feira é de fato uma atração”, acrescentou.

A Pró-Reitora de Extensão e Cultura da UFPel, Francisca Michelon, acompanhou o evento e destacou a importância da presença de Schelee na cidade. “Ele apresentou com brilhantismo como se constrói a percepção do que nós somos”, disse. Para ela, a Fenadoce tem papel importantíssimo no processo de reconhecimento do patrimônio pelotense, e aponta a felicidade da UFPel em ser parceira da feira. “Temos o nosso patrimônio e devemos cuidar, divulgar, torná-lo nacional. A Fenadoce iniciou pequena, e se tornou um evento grande e importantíssimo para a tradição doceira”, destacou, e acrescentou: “Hoje sabemos quem somos, qual importância do nosso patrimônio. Ele gera renda, trabalho, orgulho, autoestima e convicção de que temos uma trajetória e devemos cuidar dela”.

 

Fonte: Reverso Comunicação Integrada

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