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Jurupiga é tema de conversa promovida pela UFPel nesta quarta-feira, 12

Publicado 12/06/2019 15:40

 Na tarde desta quarta-feira (12) o auditório 2 da 27ª Feira Nacional do Doce foi palco para conversar sobre a bebida jurupiga. O debate ocorreu por meio do trabalho realizado pelo professor da área de alimentos da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), Valdecir Ferri, intitulado "A influência da tradição do vinho na identidade cultural portuguesa".
 
 A pesquisa de Valdecir busca entender se o vinho é considerado um fator de identidade cultural para os imigrantes portugueses no Brasil. O estudo iniciou em Portugal, quando o docente viajou para a a cidade de Coimbra com intuito de avaliar como que o vinho intitulado "jurupiga" é produzido. "É um vinho não muito comum, então poucas comunidades elaboram esse tipo", comenta. Os resultados mostraram que o vinho faz parte da vida social dos portugueses: seja em festa, aniversários, visitas em casa ou reuniões, a jurupiga faz parte do momento. O estudo também apontou que o lucro com a bebida não é um fator de importância para as comunidades. "O importante é a integração com a família e manter a sociedade", aponta o docente. 
 
 No retorno ao Brasil, Valdecir esteve na Ilha dos Marinhos - local onde produzem a bebida na região Sul - para verificar se o costume também se aplica aos imigrantes. Os resultados apontaram que a bebida é um fator cultural e de identidade também no Brasil, fazendo com que a comunidade tenha orgulho de ser de origem portuguesa. "Ele integra as famílias, faz com que a comunidade se reúna, e muitas vezes a jurupiga faz com que eles resolvam problemas dentro da comunidade", comenta Valdecir. A parte financeira também não é importante neste caso, sendo essencial apenas manter a tradição e passar para as próximas gerações.
 
 Em Portugal, a castanha é a combinação que harmoniza com a jeropiga. Os próximos passos do projeto será associar a colonização portuguesa ao doce e a bebida. "O próximo passo será fazer um elo entre o imigrante, o doce e a jurupiga", afirma o professor.

Fonte: Reverso Comunicação

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