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Tradição doceira recebe registro de Patrimônio Imaterial pelo Iphan

Publicado 16/05/2018 10:49

Os doces de Pelotas vivem um novo momento histórico! A feira deste ano, que se inicia a partir de 30 de maio, será a primeira após Pelotas ser reconhecida pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) como Patrimônio Cultural e Imaterial do Brasil. A tradição doceira de Pelotas, que inclui a “Tradição Doceira da Região de Pelotas e Antiga Pelotas - Morro Redondo, Turuçu, Capão do Leão e Arroio do Padre”, também foi inserida no Livro de Registro do Patrimônio Imaterial, na categoria dos saberes (artigo 1ᵒ ,SS1ᵒ, inciso I, do Decreto 3.551/2000).

 

O processo do Instituto durou mais de dez anos e eleva ainda mais o patamar dos doces pelotenses. A partir de agora, a tradição doceira, aquela que lá no início originou toda a história atual, deve ser mais preservada do que nunca pela prefeitura. A prefeita de Pelotas, Paula Mascarenhas, esteve na reunião em Brasília que oficializou o registro duplo. “Estamos todos muito felizes com esse reconhecimento inédito do Iphan e, nesse momento, é preciso lembrar que foi uma conquista coletiva de um trabalho de muitos anos, que uniu a iniciativa pública, privada, universidades e doceiras. Tudo para que hoje Pelotas e sua população tenham essa consciência e orgulho de suas raízes e tradições, o que fortalece a defesa do patrimônio”, afirmou ela.

 

Segundo o secretário da pasta de Cultura de Pelotas, Giorgio Ronna, os doces já serão o tema do próximo Dia do Patrimônio na cidade, buscando educar os estudantes cada vez mais da sua importância. "Trabalharemos justamente essa temática dos saberes e fazeres do doce, o que já é algo da rotina da comunidade, mas iremos reforçar", explicou. Com o registro, a cidade pode se candidatar a receber investimentos em órgãos internacionais para manter a tradição.

 

Enio Lopes, Conselheiro da Câmara de Dirigentes Lojistas de Pelotas, que promove a Fenadoce, também acompanhou a reunião e comemorou a notícia. Segundo ele, o registro traz ainda mais prestígio e responsabilidade para a feira. “O objetivo é, junto à prefeitura, preservar ainda mais o modo tradicional de fazer o doce de Pelotas e não se deixar a cultura morrer”, salientou Lopes.

 

Com o fim do processo no Iphan, Conjunto Histórico de Pelotas será tombado, com registro nos três livros do Iphan: Livro de Tombo Histórico; Livros de Belas Artes e Livro de Tombo Arqueológico, Etnográfico e Paisagístico. s praças José Bonifácio, Coronel Pedro Osório, Piratinino de Almeida, Cipriano Barcelos e o Parque Dom Antônio Zattera, conjuntamente com a Charqueada São João e a Chácara da Baronesa são reconhecidas como Patrimônio Cultural Brasileiro.

 

A comitiva pelotense em Brasília ainda contou com a presença de Adriane Silveira, Presidente do Conselho Municipal do Patrimônio Histórico e Cultural de Pelotas e Produtora Cultural da CDL Pelotas; José Laitano, CDL Pelotas; Luciana Silva, Presidente da Associação dos Produtores de Doces de Pelotas; Onélia Mendes Leite, Doceira; Iya Gisa de Oxalá;  Angelica B. dos Santos Milech, da Associação Morro de Amores/Morro Redondo; Flávia Rieth, da UFPEL e Daniel Vaz Lima, da UFPEL.

 

Fonte: Reverso Comunicação Integrada

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